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Resumo: Em pastagens constituídas por forrageiras tropicais perenes, o impacto das pressões de pastejo sobre o grau de compactação do solo tem sido pouco estudado. Com o objetivo de avaliar o efeito da pressão de pastejo sobre a resistência a penetração (RP), determinada por dois métodos, em um sistema de iLP, implantou-se um experimento sobre um Latossolo Vermelho distroférrico. As pressões de pastejo equivaleram a 6,88; 9,38; e 16,47 unidades animais por hectare, aplicadas numa pastagem de Brachiaria brizantha durante 19 dias. Esses tratamentos foram comparados a uma testemunha sem pastejo. Amostras indeformadas de solo, coletadas nas camadas de 0,0-0,05; 0,05-0,1; 0,1-0,2; e 0,2-0,3 m e equilibradas a uma tensão de 100 kPa, foram utilizadas para a determinação da RP em laboratório, por meio de um penetrômetro estático de bancada. Nessas mesmas profundidades, determinou-se a RP a campo, mediante o uso de um penetrômetro de impacto modelo IAA/Planalsucar- Stolf. Independentemente da pressão de pastejo, o pisoteio bovino aumentou a RP na camada de 0,0- 0,1 m. Na maior pressão de pastejo (16,47 UA ha-1), o pisoteio aumentou a RP a maiores profundidades (0,1-0,2 m). A magnitude dos valores de RP, assim como a resposta dos mesmos às pressões de pastejo, variaram em função do penetrômetro utilizado (dinâmico ou estático de bancada).

Resumo: A produção animal é uma das atividades socioeconômicas mais importantes para o Semiárido brasileiro. Aliado a isso, essa região apresenta vocação natural e tradição na criação de animais, com destaque para os ruminantes (caprinos, ovinos e bovinos), aves, suínos, peixes e abelhas. Contudo, os sistemas produtivos são extensivos ou ultraextensivos e, na maioria das situações, não permitem a obtenção de índices zootécnicos ou de rentabilidade adequados, inviabilizando o sustento da propriedade rural, que, na maioria das vezes, é baseada em pequenos empreendimentos de base familiar. Diante desse cenário, ao longo de décadas, a Embrapa Semiárido, juntamente com diversas instituições parceiras, tem dedicado esforços na busca por alternativas para a criação de animais no Semiárido brasileiro, especialmente com relação ao manejo racional da vegetação nativa da caatinga, à busca por potenciais forrageiras da vegetação nativa a serem cultivadas e utilizadas para a alimentação animal e à adaptação do cultivo e utilização de forrageiras exóticas. Além disso, essa instituição, também, tem enfatizado os estudos para determinação do valor nutritivo e potencial alimentar dos resíduos agroindustriais ou coprodutos gerados na região e, por fim, a geração e desenvolvimento de modelos produtivos, como o sistema CBL (Caatinga, Búfel, Leguminosa) e o sistema Glória de produção de leite. Mais recentemente, a Embrapa Semiárido também tem atuado nas áreas de piscicultura e apicultura, com o objetivo de gerar modelos produtivos para essas atividades. Desse modo, o intuito deste capítulo será apresentar uma síntese das contribuições da Embrapa Semiárido para os sistemas de produção animal do Semiárido brasileiro. O capítulo apresenta uma síntese das contribuições da Embrapa Semiárido para o sistema de produção animal do semiárido brasileiro.

Resumo: Introdução. Principais opções de integração lavoura-pecuária-floresta. Vantagens da lavoura para a pecuária. Vantagens da pecuária (Pastagens) para a lavoura.

Resumo: Introdução. Caracterização do meio físico e do sistema produtivo atual no Vale do Rio Xingu. Concepção, adaptação e desenvolvimento da unidade de referência em integração lavoura-pecuária. Resultados. Alterações na fertilidade do solo na URT após um ano de ILP. Evolução da qualidade física na URT após um ano de ILP. Alterações na fertilidade do solo na URT após dois anos de ILP. Exemplos de adoção das tecnologias vinculadas a ILP na região do Vale do Rio Xingu. Considerações finais.

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